
Era uma menina bonita, a primeira namorada dele. A Paula. Pena que morreu com uma faca no coração e os gritos agonizantes ficaram marcados nas cabeças de quem os ouviu, só não na cabeça do Matias, o assassino.
Na verdade não era bem um assassino, ele tinha Transtorno Obsessivo. Por isso, que escreveu, rasgando a pele de Paula com uma faca, o seguinte dizer ''Se não poder ser minha, não serás de ninguém.'' daí a razão dos gritos.
Já a segunda, não era tão bonita, mais despertava em Matias uma atração sem igual, tão sem igual que ficou, antes de abordá-la, observando-a durante um mês. Seu nome era Sabrina, era morena com uma pele branquinha feito a neve, devia ter entre 20, 26 anos. Tinha um sorriso que contagiava qualquer um, talvez seja esse o motivo da atração do Matias.
Mas coitada, não pediu pra ser assim, uma menina tão peculiar, com um sorriso lindo e o mais importante, não pediu para ser um dos muitos alvos de Matias.
Era uma segunda de noite, Sabrina estava saindo de um restaurante, no qual tinha ido sozinha, do outro lado da cidade.
Matias, estava lá. Assim como todas as outras vezes que Sabrina saía de casa.
Ela tinha estacionado o carro um pouco longe do restaurante e a rua estava escura.
Sabrina entrou no carro e quando ia sair da vaga, aparece Matias, que até então era apenas um homem jovem, bonito, pedindo uma informação, nisso, Sabrina abaixa o vidro do carro. Péssima escolha.
Matias, tira um canivete do bolso e diz que se ela gritar arranca todos os seus dentes. Sabrina fica quieta.
Ele entra em seu carro e dirige até a casa de Sabrina. Eles sobem, ele amarra ela em uma cadeira e cobre sua boca. Pega uma cadeira e senta em sua frente. A coitada não aguentava mais chorar de desespero. E Matias começa a explicar a ela o motivo desse acontecimento. Ele explica que estava a observando a um bom tempo e que alguma coisa nela o atraía, falou que ia ficar com ela, até ele se cansar e que ela ia servi-lo de todos os seus desejos e exclamou com muita confiança que ela seria dele e SÓ dele. Sabrina, estava em uma ''rua'' sem saída.
No dia seguinte, Matias deixou Sabrina amarrada e trancada no armário e foi ao mercado comprar tudo o que precisava para não precisar voltar lá tão cedo.
Ao voltar, tirou Sabrina do armário e a botou no meio da sala.
Ela o olhava com olhar de medo e desprezo e ele com olhar de atração e ansiedade. Matias lentamente tirou sua roupa, desamarrou-a e a jogou na cama. A estuprou loucamente umas 5 vezes seguidas. No final, Sabrina estava deitada, olhando para o teto e tremendo, ela estava em choque.
E foi assim, durante dois meses, Sabrina ficou amarrada e era estuprada todos os dias dentro de sua própria casa. Matias mandou ela ligar para todos os amigos e familiares mais próximos e dizer que ia viajar sozinha e que não ligassem, pois queria paz e sossego. Ás contas que chegavam, Matias pagava tudo, ele era riquíssimo. Quando acabava comida, Matias saía e comprava. Era um plano perfeito. Não tinha nada para dar errado. Até que um dia, Matias resolveu comprar drogas.
E a reviravolta aconteceu em uma quarta de madrugada. Matias estava totalmente drogado. Não tinha nenhuma parte de seu corpo que não estivesse alucinada.
E ele ficava afirmando a noite toda, que não ia acontecer nada com ele e que ela ia continuar no lugar que ela estava por um bom tempo. Até que Matias desmaiou, não de overdose, não tinha um motivo plausível. Apenas desmaiou. Sabrina se desamarrou da cadeira e pegou as duas maiores facas que tinha. Jogou um balde de água na cabeça de Matias para ele acordar. Ao acordar estava ainda alucinado, mas dava para entender o que estava acontecendo. Matias ao ver as facas com Sabrina, imediatamente tirou uma arma do bolso. Sabrina chutou a arma para longe e começou a esfaquear Matias em todos os lugares de seu corpo. Primeiro arrancou seu pinto, depois enfiou a faca em seu orifício, depois foi cortando os dedinhos e para fechar botou a faca no topo de sua cabeça e foi cortando ao meio, feito bolo. Segundo ela, foi o bolo mais bem cortado de sua vida.
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